O melhor dia do ano
Publicado por Rodrigo Borges em Novembro 30, 2006
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Publicado por Rodrigo Borges em Novembro 30, 2006
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Publicado por Rodrigo Borges em Novembro 30, 2006
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Procurei a máquina fotográfica, mas não estava comigo. Porque é difícil de acreditar. Uma faixa, em uma das maiores avenidas de São Paulo, avisava sobre preços promocionais. De uma academia de ginástica evangélica.
Raciocinemos. Ginástica evangélica é uma modalidade de ginástica diferente da comum? Ou a faixa indica que existe academia voltada para evangélicos? As duas hipóteses são bizarras. Há certas segmentações desnecessárias.
Uma academia de ginástica para evangélicos teria exercícios para fortalecer orações? Ou seria proibido moças exibindo barrigas de fora e calças que permitem observação de suas, digamos assim, bundas?
Amanhã vou checar o telefone. Preciso de mais informações a respeito.
Publicado por Rodrigo Borges em Novembro 30, 2006
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Publicado por Rodrigo Borges em Novembro 29, 2006
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Às vezes me pergunto o que seria de mim se não fosse a Caras. Está lá, na última edição: “Romantismo une Cecil Thiré e Nancy Galvão”. Uau. E mais: “Casal sela seus 16 anos de amor em cerimônia e emociona a família”. Uau.
Me pergunto a quem isso interessa. Fora, é claro, Cecil, Nancy e a família emocionada. Daí alguém paga uns bons reais na revista e fala do vestido da noiva, da careca do noivo e das roupas dos convidados. Uau.
Publicado por Rodrigo Borges em Novembro 29, 2006
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Publicado por Rodrigo Borges em Novembro 28, 2006
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Publicado por Rodrigo Borges em Novembro 28, 2006
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Publicado por Rodrigo Borges em Novembro 27, 2006
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Jece Valadão morreu. Herói das pornochanchadas, ícone antimetrossexual, o grande macho da história do cinema nacional. Um dia trágico.
Publicado por Rodrigo Borges em Novembro 27, 2006
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A vó Dora dizia que todos os bichos têm serventia. “Deus sabe o que faz, filho” era quase um mantra. E minha vó não mentia, pelo menos eu acho que não, o que me faz acreditar, então, que pernilongos têm serventia.
Minha vó não está mais por estas bandas, então não posso perguntar pra ela. Mas não acho que ela teria uma boa resposta se eu questionasse quanto à serventia de um pernilongo. Afinal, pernilongos não servem para porcaria nenhuma, assim como as ervilhas, o PFL e a diretoria do Palmeiras.
As sete dúzias de picadas que tenho pelo corpo neste momento – descontando certo exagero devem ser umas dez – me fazem querer entender com urgência a utilidade destas porcarias aladas.
Ah, sim, servem de alimento para aranhas, lagartixas e outros seres menos cotados na fauna mundial. Aliás, acho que seria esta a resposta da vó Dora. Mas a comida da dona aranha e da tia lagartixa precisa ficar zumbindo na orelha e deixando marcas do tamanho de bolas de golfe pelo meu corpo?
Publicado por Rodrigo Borges em Novembro 27, 2006
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