Acabou o Pan: ainda bem que é a cada quatro anos
Publicado por Rodrigo Borges em July 30, 2007
Acabou, game over, chega, basta. Pan-Americano tem duas alegrias, uma quando começa e uma quando acaba. Eu não agüentava mais medalha, atleta chorando e hino nacional dos EUA. É o hit do inverno carioca, o hino nacional americano. Breve em versão funk, remixada pelo DJ Marlboro.
E deu zebra no país do bronze. O Brazil, ops, Brasil resolveu que pegar um dourado é melhor que pegar um bronze. Inclusive porque no Rio só chove. Flavio Saretta teve que alugar três horinhas de quadra coberta pra fazer a final do tênis. E se chove no Rio, o jeito é ganhar ouro, mesmo. Brasil assusta Cuba! E olha que Cuba lança melhor, mesmo quando pega o Peru.
La Habana, notícias do front. Comandante mandou voltarem todos. Quase perderam pro Brasil, agora vai ter interrogatório. Ganhou ouro? Não? Bala!
Acabou o Pan, obrigado. E o melhor da cerimônia de encerramento: não teve mulata de fio dental sambando. Pan-Americano sem trocadilho e sem os clichês brasileiros de sempre, escola de samba e mulata de fio dental. Bem, se alguém colocasse fio dental naquele frio ia congelar a buzanfa. Acabou, acabou! Outro só em 2011, no México. Com Chaves no pódio.
E a Globo já anuncia as Olimpíadas de Pequim. Eu vou morar em Plutão.

Foto: Agência Brasil
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Veja pelo lado bom… o Pan fez voce desenvolver sua veia humorística “simão style” mais do q nunca! hahahaha Mto bom!
Duas alegrias: acabou o Pan e a participação do José Simão no Circo. Rarara! É mole? É mole, mas sobre.
Pior que nem vai ter um ano de sossego, ano que vem já tem Pequim. Haja coração, amigo!
olha, se tiver o Chaves no pódio, eu assistirei a todos os jogos.
E o Brasil, “país do bronze”, ficou com a medalha de bronze no quadro de medalhas.
O_o
Borges, esta piadinha de Cuba é muito infame, mas é ótima (ahahaha)…Agora, falando sério, só quero ver a cara dos ufanistas amigos da Globo quando começarem os Mundiais de atletismo e ginástica, sem falar no Pré-Olímpico masculino de basquete. Aí que eu quero ver eles tentarem explicar a chuva de medalhas de lata que teremos pela frente
Coé Borges… viva essa energia, viva essa energiaaaa… aposto que você rebolou e chorou ao som dessa música no encerramento do PÃO!
é mesmo!! e além da musiquinha do “viva esta energia”, tem o terrível: “euuuu… sou brasileeeeirooo… com muito orgulho… com muito amoooooor”!! hahaha
É por que o ingresso não é mais barato, senão a galera do Flamengo tava lá gritando “agoooora afinaaaaa, a Marta junto de Obinaaaa”…
ei qual o problema com os flamenguistas ?…somos muito afinados hunph.
Enfim acabou o Pan, aquela patriotada infernal. Ano que vem são 15 medalhas no total. E voltaremos à rotina.
Nas Olimpíadas, 20 medalhas. De 5 a 7 de ouro. Alguém anote isso pra me cobrar depois de Pequim.
Enfim acabou o pan, e não teve um colapso nos transportes e nem atletas assaltados em plena luz do dia, como previa os pessimistas de plantão… Tomara que acabe os comentários emburrados como se o pan devesse ser algo mais do que ele é, um campeonato das américas… Tomara que acabe a eterna ladainha, de que nas olimpiadas não teremos o mesmo número de medalhas, pois qualquer um que já viu um pan e depois a olimpiada sabe disso, não é novidade nenhuma basta comparar os últimos eventos, e em um país que o esporte é tratado com desdém, mais um motivo para se roubar ou como algo alienador, cada medalha olimpica e um milagre, tomara que acabe a ladainha de que o pan não tem valor esportivo pq seria uma tremenda injustiça com o trabalho alheio, seria a mesma coisa que dizer que um jornalista que trabalha em um jornal do interior seja menos do que o jornalista da Globo, hoje já tinha manchetes de traficantes e policiais nos jornais, ou seja, a segurança que todo carioca sentiu e agradeçeu o pan foi embora e só por isso sentirei saudade de poder ver tanta policia na rua que eu tinha certeza que não seria assaltado mesmo desfilando com algo de valor, tomara que acabe a eterna ladainha que os EUA não trouxeram seus melhores atletas, como se algum dia eles tivessem levado os melhores para algo que não seja o melhor, quem sabe acabe o senso comum da moda que é do ufanimo como se torcer por algo fosse crime hediondo, mais é assim no Brasil de repente uma expressão surge, e todos falam, coisa de brasileiro com muito orgulho e com muito amor.
Palhaçada é ver jornalista que não é esportivo comentar o PAN!
ah, meu! vai aprender o que representa o esporte na vida de um atleta!
Yuri, sou jornalista esportivo há dez anos. E este blog tem como tônica o humor. Se você procura informações e análises sérias, veio ao lugar errado. Qualquer dúvida, estou à disposição =)