
Não sei se vocês viram, mas enfim descobriram que os marcianos existem. Bem, na verdade existe “o” marciano. Um jipe-robô Spirit, da Nasa, fotografou um homenzinho numa rocha, solitário, coitado, num cenário desértico do planeta vermelho. Mas o que há de mais importante nesta descoberta é que os marcianos são feitos de pedra.
Segundo a Planetary Society, organização de divulgação da astronomia e exploração espacial, derrubou a tese de que o marciano estava correndo em frente ao Spirit. Foram tiradas fotos durante três dias. E neste tempo todo o amigo E.T. não se moveu. Não consta nos livros a informação de que marcianos gostam de brincar de estátua ou praticar ioga.
A idéia maluca de um marciano solitário é mais um episódio da busca humana por vida em outros planetas. Os extraterrestres são quase um fetiche na Terra. Não sei bem o que faríamos ao encontrar um ser de outro planeta, mas o fato é que bilhões são investidos anualmente nesta busca. Há dois casos que mostram a paixão pelos seres de outros planetas.
Caso Roswell. Ufólogos apontam como a maior prova de que existe vida em outros planetas. Em 4 de julho de 1947, comemoração da independência americana, um ovni teria caído na cidade de Roswell, no Novo México. O governo americano nega a informação, que dava conta ainda de que um alienígena havia sido capturado ainda com vida. Um filme com supostas imagens da autópsia do irmão E.T. foi divulgada. Mas sua autenticidade jamais confirmada.
O E.T. de Varginha. Em 1996, três garotas disseram ter visto em um terreno abandonado na cidade mineira uma criatura de pele marrom viscosa, olhos vermelhos e três saliências na cabeça. Foi o auge do noticiário que dava conta de aparições de discos voadores na região. Jamais se provou o suposto envolvimento de policiais, que teriam pago à mãe de duas das meninas para que dessem o depoimento. O E.T. virou mascote da cidade e a tornou famosa.
Mas, afinal, onde está hoje o E.T. de Varginha?