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Barrados no Baile voltou, agora versão meia idade

Não sei se estão a par, mas estreará logo uma nova versão de Barrados no Baile, aquela série que em inglês tem um nome em forma de código: 90210, ou algo parecido. Acho que é o CEP da Brenda, do Brandon, dos Brendos, não sei bem. A série versão hoje em dia vai ter o mesmo nome. O que significa que todos moram no mesmo lugar.

A série viciou adolescentes, em especial as meninas, que suspiravam por Brandon (aquele de jaqueta jeans) e pelo Dylan, que não era o Bob. Era só Dylan, mesmo. E todos usavam calças na altura do umbigo e péssimos corte de cabelo. Eu não gostava muito, a não ser quando a Brenda ou a Kelly apareciam de soutien e calcinha, ou só de camisa. Ou um ombro de fora já servia, porque, tenham respeito, eu tinha uns 13 anos e não havia internet naqueles tempos e nem as facilidades de hoje em dia.

Mas a série está de volta e Brenda e Kelly também, além de um ou outro personagem – acho que a feiosa Donna, inclusive. Que continua feiosa. Estranha sensação, porque as moças, que eram pouco mais velhas que eu, estão quase quarentonas. O que significa que daqui a alguns anos serei eu um quarentão. E já não bastam as moças apenas de ombro de fora para que eu fique feliz e ganhe meu dia.

Acho que não vou ver, não. Barrados no Baile da Meia Idade é a prova de que o tempo passa. E todos perdemos a inocência. Eu preferia os tempos em que ombro de fora era um tesão. E qualquer dia falo sobre os folhetos de lingerie da C&A e da Riachuelo.

Barrados no Baile

Homens não beijam durante o sexo, afirma pesquisa

Pesquisa realizada pelo ambulatório de Sexualidade Humana da Clínica Delphos indica que sete em cada dez homens não beija enquanto faz sexo.

“Com a supervalorização do orgasmo, a maioria pula a fase do desejo e vai direto pra a excitação. E aí não tem beijo, abraço, nem carinho”, disse ao G1 o sexólogo Amaury Mendes, responsável pela pesquisa.

Então 70% dos homens viraram putas à moda antiga. Sexo, tudo bem. Mas sem beijo na boca. As moças que já fizeram sexo com pelo menos dez homens podem confirmar a teoria?

Por que tudo agora tem que ter gelo e limão?

identifica “Não sei” é a resposta que tenho para a pergunta acima. Não se pode pedir nada num restaurante, num bar, numa cantina ou numa papelaria sem que se questione se deve ter gelo e limão.

A moda começou com Coca-Cola. Fica bom, embora gelo e limão tenha mais cara de caipirinha. Mas a partir daí tudo começou a ser oferecido com gelo e limão. Qualquer refrigerante, água sem gás, água com gás, pirulito de limão, carnê do Baú, caderno universitário.

Deveria ser regulamentado por lei o uso de gelo e limão em bebidas. Na Coca-Cola pode, por direito adquirido. Na água sem gás não pode. Na água com gás também não, peça uma Soda de uma vez.

Gelo e limão não é mais opção, é epidemia. Tanto que já existem bebidas gasosas que devem ser tomadas geladas e que têm gosto de limão. É o gelo e limão pronto para beber. Pedi uma hoje, na padaria. E a mocinha perguntou: gelo e limão? É soda.

Blogueiro sofre: “eu quero ouvir o hino da China”

Passei o dia meio deprimido. Cheguei em casa, quase 11 da noite, liguei a TV. Rodava os canais. De 1 a 99. E nenhuma competição de tiro. Nenhuma prova de canoagem. Nenhum jogo de badminton. Não ouvi nenhuma vez o hino chinês, não vi narrador berrando e nem vi um brasileiro chorando.

Sinto falta dos Jogos Olímpicos. Provavelmente estresse pós-traumático.

Ainda bem que Londres é logo ali. E Record, a gente se vê por aí.

Lin Ma é o último gostoso olímpico pra você, mulher

Lin Ma, campeão olímpico do tênis de mesa, encerra a série que causou histéria na mulherada durante os 15 dias de competições em Pequim.

Lin Ma (pode ser Ma Lin, porque nunca sei qual é o nome e qual é o sobrenome dos chineses. Deveriam ter Borges, Souzas e Silvas por lá, fica mais fácil a identificação) tem 28 anos, 1,76 m e 74 quilos. E, na foto, exibe sensualmente suas coxas. Lin Ma, ou Ma Lin, é pra você, mulher.

A incrível alquimia olímpica que transforma metais

E antes que desmontem o Ninho de Pássaro e descubram que aquilo tudo era feito de plástico, convém fazer um pequeno lembrete. Conquistar medalha, seja de que cor ela for, é maravilhoso. Mas não existe alquimia capaz de transformar prata e bronze em ouro.

“Este bronze vale ouro” e “esta prata vale ouro” foram dois dos clichês mais repetidos nas últimas duas semanas. Bronze vale bronze. Prata vale prata. E ambas valem muito. Mas só ouro é que vale ouro.

Viktors Scerbatihs é o gostoso olímpico de hoje

Para delírio das garotas, este blog abre espaço para mais um bonitão das Olimpíadas. A série começou por causa de reclamações pelas fotos de mulheres aqui publicadas e hoje apresenta Viktors Scerbatihs.

Nascido na Letônia, Vivi, como é conhecido pelos amigos em Riga, tem 33 anos, 1,81 m de altura e pesa 142 quilos. Conquistou a medalha de bronze na categoria acima de 105 quilos. Viktors Scerbatihs é pra você, mulher.

Viktors Scerbatihs

Chavões olímpicos: vale a sua torcida

Vale a sua torcida. É um dos chavões da moda nas Olimpíadas. O brasileiro vai disputar sua corrida de bicicleta e o locutor avisa: “vale a sua torcida”. Obrigado, porque eu de fato não sabia que a minha torcida adianta alguma coisa. E muito menos que preciso ser autorizado a torcer.

Como fazer uma boa chamada de texto jornalístico

E caiu em minhas mãos um exemplar de especial produzido pela Propmark, que vem a ser um veículo que faz jornalismo sobre o mercado publicitário.

A chamada de capa, sobre uma bola prateada, é “Cases de planejamento que transcederam os limites da linha divisória entre below e above”.

Eu apenas trocaria “entre” por “between”. Mais claro, impossível.

Gostoso olímpico: um bielo-russo pra você, mulher

Vem do leste europeu o homem do terceiro post da série que causa histeria nas visitantes deste blog. Vadim Devyatovsky é bielo-russo, tem 31 anos, 1,93 m de altura e conquistou a medalha de prata no arremesso de martelo, com uma marca de 81,61 m. É pra você, mulher.

Vadim Devyatovsky

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