
Qualquer um que já tenha visto Independence Day ou O Dia Depois de Amanhã vai sentir um déjà vu ao assistir a 2012. O filme, uma superprodução que estreia no mundo todo nesta sexta-feira, é o terceiro longa do diretor alemão Roland Emmerich a mostrar uma sequência de catástrofes que podem levar a humanidade à extinção.
O ponto de partida é a suposta previsão maia de que o mundo acabará em 21 de dezembro de 2012. No filme, é nesse dia que uma grande erupção no sol faz “ferver” o centro da Terra, provocando deslocamento da crosta. E este deslocamento causa terremotos e tsunamis com ondas de 1,5 km de altura.
A partir de então, o que se vê em 158 minutos é um catadão das bobagens de Independence Day e O Dia Depois de Amanhã, como a óbvia destruição da Casa Branca. Mas há, em 2012, o fator globalização. No Vaticano, a Catedral de São Pedro rola sobre os fiéis que fazem vigília à espera da morte. No Rio, o Cristo se desfaz e cai sobre a cidade. Na China, onda destroi a casa de um monge no alto da montanha.
Em meio aos efeitos especiais, Emmerich tenta identificar a plateia com um personagem supostamente comum. Jackson Curtis, vivido por John Cusack, é um escritor fracassado, que levou um fora da mulher (Amanda Peet), não tem qualquer intimidade com os filhos e ganha a vida como motorista de um bilionário russo. Caberá a Curtis levar a família até o Tibete, onde os países mais ricos do mundo construíram arcas durante dois anos para salvar parte da humanidade e casais de espécies animais – pois é, uma nada surpreendente referência à história bíblica de Noé.
Na pré-estreia de 2012, na semana passada, Roland Emmerich afirmou que foi seu último filme-catástrofe. Para o bem do cinema, é bom que ele cumpra a promessa.
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Mais um filme catástrofe?
13 de novembro de 2009Aff!!! É o fim do mundo mesmo.
Opa, o enredo ainda me lembra “Guerra dos Mundos” (cuja única catástrofe, mesmo, foi fazer H.G. Wells se mexer no caixão).
13 de novembro de 2009E Rodrigo, pelo menos desta vez, “o” Presidente não pilota um caça, vai…
PS: O Brasil já era hexa ou não?
Poxa esse negocio mexe com a gente né? quando eu era pequena sempre que o mundo ia acabar eu não dormia direito. bom hoje eu sei que eu vou acabar antes do mundo…
14 de novembro de 2009Que fixação isso dessa galera viver fazendo filme de catástrofe. Ninguém merece. É uma inclinação para a desgraça impressionante. Não me interessa ver como ficaria o Cristo Redentor se derrubado por ondas gigantes e terremotos.
Além do mais, todas as informações que os Maias deixaram para a humanidade sempre tiveram um fundo de coerência. Até o tarot maia é assustador de tão exato (muito diferente do convencional). Espero que essa profecia seja a primeira bola fora deles.
15 de novembro de 2009Podia ser pior. Nada foi mais decepcionante que o filme (não-)pornô da Leila Lopes.
15 de novembro de 2009O Lula quer suspender o filme, pois se realmente for verdade, não teria mais a Copa nem a Olimpiada no Rio. Sem contar que a companheira Dilma não assumiria a presidencia (acho que isso não vai acontecer em hipotese alguma)
16 de novembro de 2009Último filme catástrofe? O que ele vai fazer quando passar 2012 e o fim do mundo for anunciado para 2033?
16 de novembro de 2009Ao menos o Paulo César Pereio vai realizar o sonho de ver o Cristo Redentor vir à baixo…
19 de novembro de 2009Paulo César Pereio e eu. Aquela estátua cafona só estraga a linda paisagem.
19 de novembro de 2009