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identifica O impagável Kakito, que vem a ser o baixista da nova banda deste blogueiro, descobriu uma preciosidade: um baixo modelo Oscar Schmidt, que a loja grafava de forma inteligente como Shimidt. Custa 535 pratas.

O Oscar Schimidt que eu conhecia até hoje era o ex-jogador de basquete. Não há no Google baixista Oscar Schimidt. E nem Shimidt. Mas o baixo vem de uma fábrica em Ilinois, a terrinha do Obama.

Não bastasse a esquisitice de um instrumento musical modelo Oscar Schimidt, ainda por cima é um baixo. Baixo com o nome de um cara que tem 2,05 m. Não há uma guitarra modelo hortência e nem uma bateria Magic Paula. Mas alguém ainda inventará a cartilha de alfabetização Luciana Gimenez. Ou o curso de direção defensiva Rubens Barrichello.

Bia e Branca Feres

Na edição deste ano da tradicional eleição das 100 mulheres mais sexy do mundo feita pela Vip, Branca Feres ficou em 94º e Bia Feres, em 90º.

As gêmeas são, ou eram, atletas do nado sincronizado que deram mais certo como musas do que como atletas. Mas o curioso é descobrir como é que se decide que a moça da direita é mais sexy que a da esquerda? Ou será que é a da esquerda que ficou à frente da que está à direita?

Engraçado. Às 20h30 entrou a voz do locutor global para dizer “Unibanco oferece Jornal Nacional”. Ó, sei não, mas acho que a única coisa que o Unibanco vai oferecer agora é mais uma porrada de agências para o Itaú.

E aí Massa era quase campeão, mas os pneus do carro do alemão Timo Glock não resistiram e ele ficou lento, lento, lento e Hamilton ultrapassou. O inglês chegou em quinto e tirou do brasileiro o título nos metros finais.

Enquanto isso, em São Paulo, donos de carros usados terão desconto no IPVA. Bem, isso quer dizer todo mundo vai ter desconto, não?

Quem tem um carro zero quilômetro na garagem? Aquele sujeito que tem fetiche por automóveis, compra o seu e manda entregar em casa em um caminhão cegonheiro. E dali o carro não sai. Este deve estar chateado. “Merda, tenho carro zero na garagem, vou pagar IPVA sem desconto”. Bem, para isto basta dar uma volta no quarteirão. E o carro será usado.

Cientistas de algum lugar onde está sobrando verbas para pesquisas descobriram que existe um neurônio que reage diferente dos demais quando uma pessoa vê uma celebridade. Este tal neurônio foi batizado de Jennifer Aniston, “a eterna Rachel de Friends” (adoro estas identificações típicas de revistas de celebridades. A eterna Fulana, o eterno Cicrano).

Mas voltemos à descoberta do neurônio-paparazzi. Acho que no Brasil ele deveria ganhar um tratamento diferente, um nome que tenha mais apelo e identificação com um neurônio. Neurônio Carla Perez. Que tal?

O presidente da Torcida Ayrton Senna, afirmou à Folha Online que o tricampeão é imortal. Engraçado, não me lembro de ter lido que Senna havia ingressado na Academia Brasileira de Letras.

Bem, mas por que não o Senna se até mesmo o Paulo Coelho pode?

Espera aí, deixa eu entender. A Luana até outro dia falava que o Dado era o cara mais incrível e fofo e sensacional do mundo. Dizia que ia engravidar até março e viver feliz pra sempre com Dado e Dadinho ou Luaninha.

Aí parece que o cara teve um chilique, ficou histérico. Desceu o cacete nela, na camareira da peça dela e tudo acabou. Dado não é mais fofo, nem incrível e nem sensacional. Nada de Dadinho e nem Luaninha.

Mas esse Dado não é aquele que foi com uma machadinha em um programa de TV? Que xingou velhinhos da Velha Guarda da Portela? Vem cá, a Luana esperava o que? É como namorar Ronaldo e não gostar de chifres.

Fã assumida da cantora Madonna, Wanessa Camargo postou em seu blog vídeo com as principais cenas do show da rainha do pop em Nova York.

Wanessa assistiu o show ao lado do marido Marcus Buaiz, que fez questão em adquirir o melhor lugar da platéia em frente ao palco e do amigo Giovani Bianco.

Desculpem, mas eu precisava dividir esta informação com vocês. Agradeço à assessoria de imprensa da cantora (sic) pelo texto (sic) de divulgação.

Buzz Aldrin, o segundo homem a andar na lua, disse numa entrevista ao inglês Daily Mail que os primeiros astronautas enviados a Marte deverão estar preparados para nunca mais voltar à Terra.

“É como os pioneiros europeus que foram para a América sabendo que iam passar suas vidas lá”, disse Aldrin, 78 anos.

Olha que poucas vezes se leu uma comparação tão, digamos, inteligente.

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